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Que pergunta te falta?

questionate2innovate

“Você consegue saber se um homem é inteligente pelas suas respostas. Você consegue saber se um homem é sábio pelas suas perguntas.”
( Naguib Mahfouz )

Se algo que eu possa escrever tem alguma utilidade para alguém além de mim, suponho que o que foi dito por outro alguém também possa ganhar significância para si e igualmente buscar uma importância para uma coletividade, mesmo que a aceitação não seja a finalidade ou intenção mais importante, mas o questionamento, a mudança através deste, a resposta única que ninguém poderá tecer por nenhum outro meio senão por suas própria vontade. Considerando a inegável atração dos opostos, a crítica substancial e inteligente é aquela que – diferentemente da outra – não se iguala por baixo, ao contrário, acrescenta elementos a tudo o que foi dito e une-se ao seu contrário para somar forças. Se um pensamento parece valioso, é digno que seja contemplado na pureza de suas intenções mas também na dureza de suas consequências. Eis que surge a pergunta:

Até quanto me incluo em uma maioria?
Por que tanto se divide a minoria?
se o que os une é tão forte quanto o que os separa
ambos errados buscando respostas para a pergunta errada

O que mais os homens têm a inovar no que fora da questão já se encontra?

Abaixo, uma mensagem interessante de Antonio Negri.


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2 Comentários

Publicado por em 20 fevereiro, 2009 em Cotidiano, Quote, Quotes, Sociedade

 

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Sombra de fumaça

Wind

Quem saberia responder o que nunca se perguntou, quando o que poderia ajudar é o gesto que não se põe em ação? A atitude que falha em acontecer, a vontade insuficiente que não supera o medo de falhar, errar ou perder… a inércia.

Um esperar que se faça quando o que sente-se necessário dizer não é manifestado. O entender reticente que não se desloca até um ponto de vista diferente, mas teima e persiste na dúvida que já traz consigo uma resposta.

O querer bem que acaba sufocado pela ausência de uma igualdade material que não influencia no sentimento. Os abraços esquecidos no baú entupido de encantos que tanto pedem por requisitos que jamais foram escritos… São os que se entendem inventando um novo idioma, criando distâncias para proteger inseguranças, quando um simples olhar traduz todas as angústias.

Basta lembrar de quem se é, basta olhar para o que é possível e deixar que os problemas distantes sejam, como o nome diz… distantes. Não adianta antecipar o que não foi dito, prever o que não foi escrito, lutar numa guerra inexistente, render-se a quem nunca precisou competir para mostrar-se capaz.

Energia desperdiçada, capítulos preenchidos de passado, presente carente de vontade.

 
1 comentário

Publicado por em 26 fevereiro, 2008 em Aprendizado, Vida

 

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Um

One

Com quantas dores se faz uma lição?
Quanto tempo até que a segurança não nos permita hesitar?
Quantas outras pessoas até sentirmos a paz que tanto procuramos?
Quantos conflitos até que a solução seja a prioridade, e não o ganho pessoal?

Existem níveis imensuráveis em se tratando de variáveis tão imprecisas. Cada um no seu ritmo, de acordo com as experiências que vivenciou, acreditando por aquilo que considera ser melhor e esperando conquistar. Sonhando?

Quando tudo o que pudermos absorver de positivo nossas vidas tornar-se o motivo maior de qualquer exercício, provavelmente estaremos vivendo em um lugar onde a qualidade de vida permita que possamos nos sentir um pouco melhores, ou menos desconfiados. Quando o sentimento for inquestionável, a confiança inabalável e a certeza absoluta, restarão poucos obstáculos para sentir a plenitude da entrega e do entregar-se.

Não quero apenas uma vida plena de conquistas materiais, quero uma vida cheia de amigos verdadeiros. Quero pessoas justas e honestas, quero nada menos que qualquer ser humano merece.

Até quando a paciência e a tolerância permanecerão de plantão eu não sei dizer, mas não deixarei de ser justo e honesto só porquê não vejo isto nas pessoas com quem muitas vezes temos de conviver.

 
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Publicado por em 17 novembro, 2007 em Cotidiano, Vida

 

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