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Arquivo da tag: sonho

Sonho 1/2

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olho, olho, nada vejo,

tenso, penso que esqueço,

corro, volto pro começo,

calmo, lembro, logo adormeço.

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Publicado por em 19 outubro, 2011 em General

 

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1 Sonho

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Um silêncio velado

     um espelho quebrado

     dos retratos guardados

     tristes folhas borradas.

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1 comentário

Publicado por em 18 outubro, 2011 em Cotidiano, General, Pensamentos

 

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Um Novo Sonho

É, voltei a sonhar. Depois de tantos anos, voltei a sonhar. Voltei, ao menos durante meu sono, ao mundo dos sonhos. Não sei se voltei para ficar, mas voltei sim ao menos para visitar. E foi o filme do Chico Xavier que me iluminou o caminho de volta. Não os fatos ali exibidos. Tampouco sua habilidade natural, isso também não. O que me levou de volta ao sonho foi a maneira com que ele enfrentava o preconceito e persistia em ajudar. A sua constância. Quem sabe este carteiro ainda não envie cartas em sonhos que voltaram a ser endereçados a mim?

Sei que eles nascem desse maravilhamento que sinto pelo novo, estranho, desconhecido ou surpreendente. Pelo que ainda não conheço e pelo que, certamente, permanecerá oculto. Não pelo que sei, mas exatamente pelo que não sei. Não por achar este novo estranho, mas por querer entendê-lo. E neste caso específico, principalmente por saber que seria impossível para mim saber separar o que é do que não é.

 
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Publicado por em 2 maio, 2010 em Cotidiano, General, Vida

 

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um Sonho de Verdade

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Ela/Ele…

Sonha, e no sonho propõe saber a verdade acerca das “coisas”, e de repente tudo se torna monocromático. Perdem-se as nuances entre os diferentes tons que duas poesias poderiam verdadeiramente contar sobre um mesmo objeto. Ainda criança, que motivação teria a descoberta, se toda resposta pudesse ser encontrada? Sendo adolescente, que conflito atormentaria ou que proveito aprende do amadurecimento que não experimentaria? Adulto, o que traria da infância e da adolescência? Acaso seria então provável que a primeira descoberta, se tudo soubesse acerca da verdade, não seria que nada foi ainda descoberto enquanto não encontra uma “identidade” com este mortal que sonha?

Então já não mais se distingue o sonho da realidade, mas ao menos ainda sonha poder fazer de tudo o que é experiência, um pedaço de prováveis possibilidades. Dos fragmentos que constroem a realidade que se vê, há muito mais do que não se vive. Existem outras perspectivas montando o mesmo panorama, outras lentes voltadas para uma realidade aparentemente semelhante, mas jamais menos interessante. A realidade que pede o uso dos sentidos, na sua capacidade plena.

Onde está o encanto senão na sensação de algo novo que ainda não tem nome, mas que já tem sentido? Onde mora a resposta, senão na vontade de procurá-la para, só então,  acreditá-la? Onde buscar as palavras para o que ainda não foi dito, senão usando as que traduzem um significado sempre diferente? Se não concordamos entre maiores ou menores, que possamos concordar entre melhores ou piores. Não para que disto possamos extrair a verdade das coisas, mas ao menos suas cores.

 
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Publicado por em 6 abril, 2009 em Cotidiano, Vida

 

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