Como poderia a vida nunca manter a constância da plenitude? Penso que certamente é a mesma vida, uma repetição tantas vezes de uma rotina, um questionamento tantas vezes sem motivo, uma dúvida pelo que não acrescenta nem diminui… mas… um ponto de vista diferente…
É ler o mesmo livro um pouco depois, e um pouco depois
é caminhar pela mesma estrada um pouco depois, e um pouco depois
é conversar com as mesmas pessoas um pouco depois, e um pouco depois
é pensar sobre a mesma vida um pouco depois, e um pouco depois
E perceber que finalmente percebeu que a reflexão sim, se repete, mas não o observador.Pode parecer redundante, mas até que se perceba, nunca será. Viva um pouco mais, e um pouco mais…