Oi! Faz tempo, eu sei. Muito tempo que não venho aqui… desde a década passada, se não me falha a memória. Viraram-se dois dígitos, enquanto na década retrasada, viraram-se quatro… O que mudou?!? Dígitos? Números? Tabelas? Gráficos? Pirâmides?!
Permita-me expressar esta idéia assim:
Sabe quando você comeu errado? Não entendeu? Sabe quando você percebe que o que deu errado no seu intestino não foi a comida, mas a gula com que você comeu? Também não entendeu? Sabe quando o apressado comeu cru? Ainda não? Bem…sabe quando vc empilha comida, e mais comida, e mais comida… ou então areia, e mais areia, e mais areia… e não dá mais pra empilhar porque sai rolando pelos lados? Sabe? Ufa!
Este é um vômito. Muita coisa guardada e mal digerida… Ou uma avalanche, muita neve depositada no topo que despenca num movimento suave e contínuo, aterrorizador para humanos. Vou aprender a comer direito antes de postar algo decente, mas pra quem não se importa com palavras que soem radicais… Bon Voyaje. Foi isso…
Algumas vezes é melhor o silêncio
mas quando é que calar é o pior remédio?
Ou até mesmo… quando é que temos algo importante a dizer?Vejo importâncias sub-entendidas que mascaram-se de boas intenções…
Mas, por trás de todos os farrapos, de toda a desfiguração… ainda é Odisseu? Ainda é Ulisses?
Mesmo depois de tanto nos “adaptarmos” ou “re-adaptarmos”, o que restou do que éramos ontem?Que vale mais: o que refletimos ou o que emitimos?
Que podemos dar, senão a nós mesmos, não é mesmo?
Somos o que temos a oferecer, e nosso sabor é tão intenso quanto a frequência da necessidade de nossa lembrança, ouso afirmar! Uns apimentados, outros amargos… tantos sem sal, sem pimenta, sem tempero, sem ‘personalidade’. Tal qual os gostos o são, porque não? Mas que não deixe de existir, para isso, o paladar. O que distingue os sabores. Ou as cores. Ou os perfumes. Ou as razões…
Pouco importa, diria a maioria. “O que vale é o que fazemos.”. De fato. É somente por isso que medimos, pelo que sabemos do que fazemos, nem mais, nem menos. Porém nem sempre o que pensamos é útil tanto quanto nem sempre o que fazemos é o melhor. O que nos resta não é anulação, mas sim escolha. Sim ou não… algumas vezes funcionando como 1 e 0… pegar ou largar! É ou não é… nada de “pode ser”. A hora não existe, tampouco o segundo, eles só servem pra contar o tempo que passou e o tempo que falta, nunca para medir o tempo que é. E o que é, quem escolhe é você.



